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aviâo particular coberto por seguro aeronáutico e RETA

Seguro Aeronáutico para Aviões, Helicópteros e RETA

Em resumo: o RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo) é o seguro obrigatório para operar aeronave civil no Brasil e cobre danos a passageiros, tripulantes, bagagem, carga e terceiros na superfície. Não cobre a própria aeronave — para isso existe o seguro de casco, contratado à parte. Operar sem RETA vigente impede a regularidade da aeronave.

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O que o seguro aeronáutico cobre: RETA, casco e responsabilidade

Situação
RETA (obrigatório)
Casco (facultativo)
Dano a passageiro
Dano a tripulante
Bagagem e carga
Dano a terceiros na superfície
Dano à própria aeronave em voo
Dano à aeronave em solo (hangar, taxi, reboque)
✅ (casco solo)
Perda total
Obrigatoriedade
Obrigatório para operar
Facultativo, mas exigido em financiamento e leasing

A confusão mais comum: proprietário com RETA em dia acredita que a aeronave está segurada.

RETA não cobre a aeronave — cobre quem ela machuca.

Ele engloba tanto a cobertura de Casco (proteção do ativo físico) quanto o seguro obrigatório exigido pela ANAC (Seguro RETA) e as coberturas adicionais milionárias de Responsabilidade Civil (L.U.C.), amparando passageiros, tripulantes e terceiros.

A aviação executiva, agrícola e comercial no Brasil cresce a passos largos. Adquirir uma aeronave é um movimento estratégico para otimizar o tempo de CEOs, diretores e impulsionar grandes operações de negócios. No entanto, o custo de aquisição e manutenção de asas fixas ou rotativas é cotado em milhões de dólares (ou dezenas de milhões de reais).

Qualquer incidente — desde um "bird strike" (colisão com pássaros no motor), um pouso forçado ou uma falha no trem de pouso durante o taxiamento — tem o potencial de aniquilar esse investimento instantaneamente se não houver uma transferência de risco impecável para uma seguradora e resseguradora especializada.

🚨 Os Riscos Fatais de Ignorar a Estruturação Correta do Seguro Aeronáutico

Operar uma aeronave sem a devida blindagem securitária é, além de uma infração regulatória severa, um risco financeiro insustentável. Primeiramente, existe a barreira legal: a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) proíbe taxativamente a decolagem de qualquer aeronave no território brasileiro que não possua o certificado do Seguro RETA ativo e devidamente averbado. Sem ele, a aeronave fica retida no solo de forma compulsória, gerando multas, processos administrativos, perda de licenças e custos absurdos de hangaragem.

Porém, o RETA é apenas a cobertura básica e obrigatória por lei. O grande perigo invisível está na Responsabilidade Civil Facultativa e no valor do Casco. Se a sua aeronave sofrer um acidente que resulte em perda total, ou causar danos estruturais a hangares e a outras aeronaves milionárias no pátio do aeroporto, as indenizações judiciais por danos materiais, corporais e morais a terceiros recairão integralmente sobre o seu CNPJ ou CPF. Na aviação, não existem acidentes "baratos"; as cifras são invariavelmente astronômicas.

Prêmio de referência por tipo de aeronave

Tipo de aeronave
Valor típico
Taxa anual de casco (referência)
Monomotor a pistão (uso particular)
R$ 400 mil a 1,5 mi
2,0% a 4,5%
Bimotor a pistão
R$ 1 a 4 mi
2,5% a 5,0%
Turboélice
R$ 3 a 15 mi
1,8% a 4,0%
Jato executivo
R$ 10 a 60 mi
1,2% a 3,0%
Helicóptero (particular)
R$ 2 a 12 mi
3,0% a 6,5%
Helicóptero (táxi-aéreo / offshore)
R$ 5 a 30 mi
Sob análise
Drone profissional
R$ 15 a 300 mil
4% a 10%

Taxas de referência para 2026, sobre o valor segurado da aeronave. Variam conforme horas de voo do piloto, tipo de operação (particular, táxi-aéreo, agrícola, offshore), local de hangaragem e histórico de sinistros. Operação comercial e offshore têm precificação específica e frequentemente exigem resseguro internacional.

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🛡️ Coberturas Vitais e a Estrutura da Apólice Aeronáutica

O seguro de aviação não é um produto de prateleira; ele é altamente modular e deve ser calibrado com precisão cirúrgica de acordo com o tipo de operação (uso privado, táxi aéreo, offshore, agrícola ou instrução).

As coberturas essenciais que estruturam a proteção do operador são:

seguro reta transportador aéreo

Seguro RETA (Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador Aéreo):

  • Cobertura obrigatória. Indeniza legalmente os passageiros, a tripulação, as bagagens e eventuais danos causados a terceiros no solo em caso de acidentes com a aeronave.

aviões de combate em guerra

Guerra, Sequestro e Confisco (Guerra Hull):

  • Cobertura suplementar crucial para jatos executivos e voos internacionais, protegendo a aeronave e os operadores contra atos de terrorismo, sabotagem, motins e apreensões ilegais do bem.

cobre casco-hull

Casco (Hull):

  • É a proteção do ativo físico principal. Cobre perdas, danos estruturais e perda total causados à aeronave durante o voo, durante as operações de taxiamento na pista ou quando ela estiver parada no solo (hangarada), protegendo contra intempéries, incêndios e colisões.

cobre peças e motores

Peças, Motores e Acessórios sobressalentes:

  • Cobertura estendida para componentes vitais de altíssimo valor que são estocados separadamente no hangar ou que estejam em trânsito logístico para manutenção técnica.

responsabilidade civil complementar LUC

L.U.C. (Limite Único Combinado / Responsabilidade Civil Complementar):

  • Apólice complementar crítica. Como os limites legais do RETA são baixos, o L.U.C. fornece uma margem financeira milionária e extra para cobrir danos massivos e catastróficos a passageiros e terceiros.

🤝 Por que confiar a sua aeronave aos subscritores da BrSeguro?

O mercado de seguro aeronáutico é extremamente restrito, fortemente atrelado ao câmbio dolarizado e altamente técnico. Um erro no preenchimento do questionário de risco, na declaração incorreta das horas de voo do piloto em comando, ou na finalidade de uso da aeronave, resultará inevitavelmente no declínio do sinistro pela seguradora no momento mais crítico da operação.

A BrSeguro atua no mercado de grandes riscos e conta com especialistas de aviação que dominam profundamente as regulamentações da SUSEP e da ANAC.

 

Nós estruturamos apólices robustas junto aos principais syndicates e seguradoras globais que operam no Brasil (como Tokio Marine, Mapfre e Essor), garantindo que o limite do seu L.U.C. e as condições de franquia do seu Casco estejam perfeitamente alinhados ao seu perfil de voo e plano de manutenção.

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❓ FAQ: Perguntas Frequentes sobre Seguro Aeronáutico

Qual a diferença prática entre o Seguro RETA e o Seguro de Casco?

O Seguro RETA é uma apólice de Responsabilidade Civil obrigatória por lei (exigida pela ANAC), que garante o pagamento de indenizações a vítimas (passageiros, tripulantes e pessoas no solo). Ele não cobre os danos à própria aeronave. Para proteger o valor do avião ou helicóptero em si contra acidentes e perdas, é obrigatória a contratação conjunta do Seguro de Casco (Hull).

O Seguro Aeronáutico cobre frotas de Drones Comerciais (RPA)?

Sim! Aeronaves Remotamente Pilotadas (drones de uso comercial, mapeamento, agrícola ou cinematográfico) também são reguladas pela ANAC e possuem a obrigatoriedade de contratação do Seguro RETA para operar legalmente. Além disso, é plenamente possível contratar a cobertura de Casco para proteger o equipamento contra quedas, colisões e "fly-aways" (perda de sinal e fuga do drone).

A minha apólice aeronáutica brasileira tem cobertura para voos internacionais?

A cobertura territorial depende do que foi negociado na apólice. A maioria das apólices padrão cobre apenas a navegação dentro do território nacional (Brasil). Se a sua aeronave for realizar voos para o exterior (Mercosul, Estados Unidos, Europa), é fundamental solicitar à corretora a emissão de uma Extensão de Limite Territorial e validar as exigências de seguro do país de destino.

O RETA cobre a minha aeronave?

Não. O RETA cobre a responsabilidade do explorador ou transportador aéreo perante passageiros, tripulantes, carga, bagagem e terceiros na superfície. A aeronave em si é coberta pelo seguro de casco, que é facultativo por lei mas exigido em qualquer operação financiada ou em leasing. Ter RETA e não ter casco significa: se a aeronave for perdida, o prejuízo é integralmente do proprietário.

Aeronave parada no hangar precisa de seguro?

O RETA acompanha a operação, mas a exposição no solo é real e frequente — colisão durante reboque, dano por outra aeronave no hangar, incêndio, granizo. A cobertura de casco solo existe justamente para isso e tem prêmio muito inferior ao do casco voo. Para aeronave que voa pouco, é a contratação de melhor relação custo-benefício

Drone profissional precisa de seguro?

A operação de drones no Brasil é regulada pela ANAC e pelo DECEA, e a exigência de seguro de responsabilidade civil aparece conforme a classe da aeronave e o tipo de operação. Operação comercial — filmagem, inspeção, pulverização, topografia — costuma exigir RC. Confirme a exigência aplicável à sua classe de RPA antes de operar, porque a regra varia por peso e por tipo de voo.

Quem pode pilotar sem afetar a cobertura?

A apólice define o perfil de piloto aceito: licença, habilitação de tipo, horas totais e horas no modelo. Voo conduzido por piloto fora do perfil declarado é causa direta de negativa. Aeronave com mais de um piloto habitual deve ter todos declarados — e a inclusão de piloto novo, especialmente de baixa hora, costuma exigir aval prévio da seguradora.

Quanto tempo leva para emitir a apólice?

De 5 a 20 dias úteis. Aeronaves de maior valor envolvem resseguro internacional e exigem documentação completa: certificado de matrícula, certificado de aeronavegabilidade, log de horas, dados dos pilotos e histórico de sinistros. Operações comerciais e offshore levam mais tempo pela análise de risco específica.

Conteúdo sobre Seguro Aeronáutico

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